quinta-feira, 11 de junho de 2009

A selecção portuguesa de Futebol está sem chama, sem alma e sem rumo:
Com esta equipa tecnica, Portugal continua a fazer uma campanha triste, sem chama e autodestrutiva.
É certo que o Sr Seleccionador Nacional, é, sem dúvida, aquele que (nesta qualidade) conseguiu alguma coisa importante para a selecção Nacional, todavia, o contexto, as circunstâncias e as caracteristicas são bastante diversas daquelas em que se estava aquando da conquista de 2 Campeonatos do Mundo de Futebol Júnior (acho que se chamava, dos "Sub 20"), pois tratava-se de gente muito jovem, (quase virgem no que respeita a vícios, costumes e rituais do âmbito dos futebois), pelo que, demonstrou que foi o homem certo para lidar com esses jovens, que para além do imenso talento, se encontravam imaculados, havendo neles matéria humana jovem suficiente para se desbravar e chegar ao topo dos futebois mundiais, com vitórias e muitas alegrias para todos, (jogadores, tecnicos e todo o staf da FPF) e para todos nós (os portugueses adeptos que gostam de futebois), pois tratavam-se de Jovens que comprovadamente vieram a encantar toda a Europa e o Mundo com as suas classe e desempenho técnico, como foi o Caso de Figo, Rui Costa, Fernando Couto, Paulo Sousa, João Vieira Pinto, Jorge Costa, Capucho, Sá Pinto, Nelson entre outros, já para não falar de Victor Baía que sem fazer parte destas selecções, também ele fez parte desta "Geração de Ouro", destacando ainda que houve jogadores destes, que quase caíram no anonimato, não obstante alguns deles terem passagens quase efémeras pela selecção principal, como sejam os casos de Élio que foi o Capitão da Selecção Portuguesa de Riade, e de Peixe que foi só considerado o melhor jogador do 2º. Campeonato do Mundo - realizado em Portugal - ganho por esta Geração D'Ouro. -
......"Carlos Queirós tem um prestigiado currículo.Iniciou a sua carreira como treinador, adjunto, de Mário Wilson, no Estoril Praia, em 1984, acabando na altura a época em quinto lugar, na zona Sul da Segunda divisão. Fez-se notar sobretudo quando, em 1987, a Federação Portuguesa de Futebol, o convida para selecionador nacional das camadas jovens.É então que Carlos Queirós, o jovem treinador, forma aquela que se designa por Geração de Ouro, sendo o responsável pela arte e engenho de grandes jogadores como Luís Filipe Figo ou Manuel Rui Costa. Aliás, Carlos Queirós levou o nome de Portugal ainda mais longe, ao sagrar-se campeão mundial de júniores em 1989 em Reade, Arábia Saudita, e em 1991 em Portugal.A partir daí Carlos Queirós ganhou uma fama inquestionável, mesmo depois dos insucessos na seleção A e no Sporting Clube de Portugal. Estava desde 2002 no Manchester United como adjunto de Ferguson, e teve ainda uma inglória passagem pelo Real Madrid, onde o lusitano não conseguiu impôr a sua filosofia.Agora, 14 anos depois, regressa ao comando técnico da nossa seleção. Os últimos dos seus pupilos abandonaram a seleção em 2006 após o Mundial, Luís Figo e Rui Costa."........
Sem deixar de reconhecer a liderança daquelas duas Vitórias da Selecção Sub 20, (e talvez por isto mesmo), o Prof., tornou-se arrogante, e deixou que em si se criassem alguns complexos que em nada o beneficiaram, e nem tampouco em tudo aquilo em que se envolvera com treinador de futebol. Demonstrou ser uma pessoa que professa "ódios de estimação", em função das várias frustrações com que se deparou nesta sua carreira. A maneira como saiu das selecções, a maneira como saiu do Sporting, a maneira como saiu de todo o lado (enquanto treinador principal), demonstram que este senhor sofre muito de ressentimentos incontidos, e isso, seguramente limita-o na sua capacidade de discernimento, de isenção, e da frieza necessária poder fazer as melhores escolhas e para ultrapassar estes sintomas, pois, o facto de falhar nas suas opções, dilacera-o e corroe-o de forma assustadora, (com uma agravante, é incapaz de esquecer, ou de ultrapassar estas frustrações), pois nele sobressaiem sempre sentimentos de vingança (diga-se - cobrança), e, logo que tem oportunidade não deixa de o demonstrar. Isto para além de ser muito mau é também profundamente prejudicial para ele próprio (limita a sua capacidade de discernimento), e, também é prejudicial para as Instituições que requesitam os seus serviços, pois o leque de opções de que dispõe em capital humano está sempre limitado, para além de outros factores, que nesta conjuntura se apresentam.Não se percebe muito bem, (também não deve ser para peceber), "porque raio de carga de água" que o Sr Prof, faz uma selecção, em que quase exclui os jogadores que fazem o Campeonato português, (no minimo, os poucos que chama são colocados no banco ou nem por isso) coloca a jogar gente com caracteristicas especiais, (Pepe, - castigado no campeonato Espanhol e há já uns tempos que não joga-)(Deco, - também ele sem jogar há uma quantidade de tempo e sendo sempre uma segunda opção no seu Clube), (Luis Boa-Morte que se encontra em nítida baixa de forma), (jogadores a jogar no estrangeiro em campeonatos, que, na melhor das hipóteses serão equivalentes ao campeonato português - ou pior - alguns dos deles, perfeitos desconhecidos) e, de entre os que são requesitados no campeonato português estão os guarda-redes um dos quais é um suplente do SLB, um do Leixões, e outro do Braga, dois jogadores de campo do FCP (que é apenas o crónico campeão nacional), um do SCP, que é uma referência e um jogador de comprovados talentos e capacidade de luta, que só apanha "chás de banco" (ou nem por isso), e de resto vem a legião estrangeira que é uma forma (talvez subconsciente) do sr prof., se sentir vingado de ter saído sem honra nem glória de todo o lado como seja da Selecção, do SCP, e, por ter tido a esperança de vir a treinar o FCP ou o SLB, e isso nunca ter acontecido.Acho portanto que ele o sr prof, não é o único culpado, mas antes e especialmente, quem de forma encapotada foi apelidado de "porcaria" aquando da necessidade de justificar a sua incapacidade, na orientação das selecções, e que, deveria tentar ir dar aulas para qualquer estabelecimento de ensino que o aceite para esse fim, ou, na melhor as hipóteses, relegar-se para o lugar mais seguro de adjunto de algum inglês que esteja disposto a aguentá-lo.Imaginem que acabei de ouvir este sr a demonstrar um incontido contentamento pelos excelentes resultados que a sua selecção tem estado a fazer! Mas... Excelentes para quem e para quê? Provavelmente para que seja completamente arrasada e para que se crie um estado de descrédito, de desconfiança, de falta de incentivo, e, provavelmente para que o seu espírito mesquinho se sinta vingado por ter sido corrido de onde demonstrou uma indisfarçavel incompetência.Assim não!!!!Corram com este senhor da selecção para fora, e já agora, levem também o sr Madaíl.
....."QUEIROZ DIRECCIONA FÚRIA PARA O ÁRBITRO
O seleccionador nacional Carlos Queiroz direccionou a sua fúria, após novo empate a zero, para o árbitro. Entrou no túnel e gritou com ele até ao balneário, acusando o ‘juiz’ dinamarquês Michael Svendsen de ter permitido o jogo duro. "Isto não é wrestling", gritou. No entanto, Queiroz não quis comentar a arbitragem, preferindo minimizar o empate a zero ao considerar que o objectivo foi "cumprido".
"Os jogadores empregaram-se, bateram-se muito bem, por isso os objectivos foram cumpridos", disse Queiroz. Apesar de, na antevisão ao encontro, ter admitido que só a vitória interessava, a verdade é que ontem voltou a direccionar os objectivos. "Fizemos uma boa primeira parte mas na segunda metade baixámos um pouco o nível. Mas o jogo valeu pela oportunidade que permitiu tornar alguns jogadores mais maduros e experimentados.
Quanto à vitória da rival Suécia, Queiroz lembrou: "Estamos em vantagem sobre esse adversário e agora só temos de cumprir a nossa obrigação, que é vencer os jogos com a Dinamarca e Hungria".
Já o estreante guarda-redes Beto, considerado o melhor em campo, destacou "o empenho de todos" os colegas e que pretende "dar continuidade" a esta primeira internacionalização. "........... ( in "Correio da Manha on line" de 11/06/2009)....
Portanto, o Actual Seleccionador Nacional de Futebol conseguiu para si um curriculum muito dificil de igualar e por isso tem sido acreditado como sendo um "mago" que pode usar as suas poções para salvar as Instituições por por onde passa, mas que, tirando o que lhe deu curriculum, tem sido um completo falhanço. Atente-se que de entre os que já foram acima citados, até o Real Madrid com os seus galáticos foi levado, tendo que o fazer sair de lá para fora, para que não se "enterrasse" mais do qe aquilo em que na altura estava.
Faço recordar aos detractores de Filipe Scolari, que embora não tivesse ganho nada (mas quem ganhou?), a Selecção Portuguesa tornou-se uma selecção de "TOP", e que, não obstante ele poder ter algumas coisas que desagradavam a muita gente, ele - pelo menos - teve o mérito de criar auto-estima na nossa selecção a qual se estendeu por toda a nação Portuguesa que até aí tinha vergonha de usar a sua própria Bandeira e de fazer com que se Cantasse o Hino Nacional, sem medos, nem vergonhas, mas, sobretudo com um orgulho de cidadania do qual já nem havia memória. Scolari teria os seus defeitos (quem os não tem?), mas trouxe para Portugal alegria, e, abalou bastante o cinzentismo típico dos dirigentes portugueses a todos os níveis.
Por isto, é bom que não se compare o incomparável, e que se reconheça que apesar de tudo, o trabalho de Scolari foi no mínimo, razoável, mas, (se retirarmos a campanha de 1966, onde militavam em Portugal dos melhores jogadores do Mundo - entre os quais se encontrava o Eusébio - e estavam em foco equipas que também eram cotadas como as melhores do mundo - SLB 2 Vêzes campeão Europeu, coisa que até então só o Real Madrid havia feito e o SCP que por essa altura havia vencido a Taça das Taças, que na altura era a segunda competição Europeia -, e Portugal ficou classificado em 3º lugar depois de ter sido vítima de toda a sorte de manguimâncias), com Scolari, Portugal sempre manteve uma certa constância entre as grandes selecções e nas grandes competições. Mas os referidos detractores, passavam a vida a espelir veneno criado pela inveja, e pelo auto reconhecimento de incompetência, que os leva a tudo fazer, para que não existam outros que possam fazer aquilo que eles nunca conseguem fazer.
Isto é parte daquilo que eu Penso ser
"A Saga da Selecção Portuguesa de Futebol"
Até uma próxima vez
Sou o
Francisco Luiz

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