CONCURSO "TVI"
(*)Luís JardimDe todos os elementos do júri ele é o mais temido pelos candidatos. Bastante frontal e técnico nos seus comentários, o produtor sabe encontrar os verdadeiros talentos.
Luís Jardim tem trabalhado com os maiores artistas e produtores mundiais e a sua grande experiência de trabalho em estúdio fazem dele um “peso pesado” da produção musical.
A carreira do madeirense inclui composição, produção, arranjos musicais e, sobretudo, trabalho em estúdio. Luís Jardim já trabalhou com Paul McCartney, Rolling Stones, Tina Turner, David Bowie, Cher, Grace Jones, Björk, Duran Duran, Robbie Williams, Gareth Gates, Tom Jones, Alejandro Sanz, Nina Hagen, João Pedro Pais, Eros Ramazzoti, Diana Ross, Mariah Carey, Céline Dion, Elton John, Cyndi Lauper, Gloria Estefan, entre muitos outros, e produziu as bandas sonoras de filmes como Don Juan de Marco, Thelma & Louise, Um Peixe Chamado Wanda, Rangoon, Gladiador, O Coleccionador de Ossos, A Fuga das Galinhas e muitos mais.
Luís Jardim
O Deus da Música
No Domingo de Páscoa, dia 12/04/2009, dispuz-me a ir ver o programa da TVI em que estavam em concurso um grupo de Jovens que rondavam as idades em que se sai da infância e se entra na puberdade "uma Canção para ti" com produção da Internacional "Endemol". Na verdade já tinha visto outros programas que se chamavam eliminatórias, nomeadamente a final de outro grupo identico e tinha visto também a eliminatória anterior e confesso que fiquei profundamente surpreendido, pela positiva, com os talentos que apareceram em representação dando voz a velhas melodias que pela qualidade das mesmas considero-as sempre inultrapassáveis.
É certo que estas são idades muito complicadas, especialmente para os rapazes, pois para além de ser aquela em que os sonhos e as ilusões sobressaiem, é também a idade de mudança de voz, em que na maioria dos casos, quem canta hoje num timbre dificilmente o poderá fazer 10 anos depois (ou menos).
Mas, este Concurso tinha ao seu dispôr um conjunto de "jurados" que desempenharam a sua missão com rigôr e com sabedoria reconhecida. Este era composto por uma senhora que sabe da matéria e ninguém pode pôr em causa, pois trata-se da muito conhecida Srª Dona Helena Vieira (Cantora Lírica e Professora de Canto){portanto esta membro do Júri possui os requisitos mais do que suficientes para desempenhar esta missão sabendo do que estava a fazer}. Outro Membro do Júri era o muito conhecido Actor de Novelas da TVI Predro Granget (perdoem-me se o nome não está correctamente escrito) que dava o seu contributo, especialmente no que respeita à apresentação e mímica dos pequenos cantores. Por aquilo que poude constactar existiria outro membro do Juri que não me pareceu fixo, pois, salvo êrro, eram personalidades convidadas a desempenharem esse papel.
Finalmente, este conjunto era (ou é) presidido por um elemento que tem um curriculo riquissimo neste tipo de programas e também na produção discográfica não só a nível nacional como também fora das nossas "fronteiras" e que é o Sr. Luís Jardim do qual apresento um pequeno apontamento curricular.(*)
Até aqui, tudo muito bem!!!!!
Contudo, sem pôr em causa os conhecimentos e a competência tecnica de qualquer destes membros do júri, tenho só que fazer um reparo ao Sr presidente do júri.
Sabendo que este era um concurso de intérpretes, (rapazes e raparigas), que têm idades muito especiais, e que, [alguns destes até tinham problemas mais ou menos complicados (especialmente de âmbito familiar)] e se tratava de puro amadorismo, como é natural tratando-se de crianças, o Sr. Presidente fez apreciações que nunca deveria ter feito, tendo em conta que para além de não serem necessárias, foram susceptiveis de induzir os vários intervenientes (concorrentes própriamente ditos, os outros membros do júri, os artistas convidados, o público em geral, os famíliares, os apresentadores {que teriam ficado numa posição muito desconfortável}, etc.) em êrro e a sentimentos complicados que nunca me apercebi que tivessem qualquer razão de ser neste Concurso, mas, se se pretende que este Concurso é feito com isenção e idenpendência, o Sr. Luiz Jardim tratou de pôr tudo isso em causa de forma despropositada, tendênciosa, obtusa e com sintomas nítidos de uma limitação de discernimento, porque teve o desplante de dizer ..... "o concorrente ...{tal}...... é o melhor, com melhor voz, com melhor técnica, com melhor apresentação e de uma forma geral é o que, eu não tenho dúvidas nenhumas, irá ganhar este concurso em todas as eliminatórias e na finalissima, será de longe o que vai ganhar independentemente de quem estiver a concurso".... admito que as palavras poderiam não ter sido exactamente estas, mas asseguro que o sentido das mesmas era este, e nelas se detectavam ainda muito maior agressividade. Isto, segundo me apercebi, criou algum "mau estar" entre os concorrentes, os pais e encarregados de educação, as claques e também nos telespectadores, aliás como seria de esperar, pois a ideia com que se ficou foi de que nestes concursos todos os concorrentes (excepto um) escusavam de concorrer porque o sr Luis Jardim já tinha escolhido o vencedor. Não sei se algum pai se maniferstou ou não, (mas se o fizesse era no mínimo compreensível - pois ninguém gosta de ver os seus próprios filhos a fazerem figuras de corpo presente e humilhantemente estarem sujeitos aos humores ou desumores de um tal muito importante Luis Jardim) contudo, os vários concorrentes pareciam ter acusado esse toque, e um deles disse claramente que depois de ter ouvido o que se tinha dito "calculava que esta seria a última noite de concurso, dado que palpitava que seria excluído". Felizmente isso não aconteceu, por vontade expressa dos votantes telefónicos (ou por qualquer outra razão que me transcende) mas, o sr Jardim, não se ficou por aqui e em jeito de remoque, veio declarar, .... "que não estava ali para agradar a ninguém e muito menos para agradar aos papazinhos dos meninos, mas, só para julgar".... Esta atitude, demonstrou que o sr jardim ou não tem o minimo de formação moral para desempenhar esta função, que parece estar habituado a tratar tudo e todos como lixo, (julgando-se um ser supremo com direitos absolutos de achincalhar quem quer que seja), ou, poderia também estar a atravessar alguma crise ocasional por alguma possivel ingestão de alguma coisa que teria dado estes resultados.
Segundo sei, e também segundo entendo, para um concurso desta natureza deveria existir uma sensibilidade especial de forma a criar motivações aos concorrentes e ainda que assim não seja, nunca se deveriam criar situações de exclusão ou de incompetência para a concretização de sonhos pois estas idades são isso mesmo... "as idades dos sonhos". Acresce também dizer que pelo menos no Domingo de Páscoa todos os concorrentes poderiam passar de igual para igual, tendo apenas cada um deles diferenças de estilo, de voz, de caracteristicas físicas (acho que este factor foi o que mais marcou as preferências do sr jardim)para além de outras diferenças circunstanciais.
Ao Sr Jardim, segundo bem entendi, competia-lhe julgar, declarar o seu julgamento e deveria (especialçmente neste Caso) evitar manifestar as suas preferências (ainda por cima com caracter definitivas) tendo em conta as caracteristicas do concurso, e, tendo em conta também que este senhor tinha em seu poder o voto de qualidade em caso de empate.
Por isso, tudo isto parece ser "um pouco de entrar em jogo com a equipa de arbitragem a jogar tudo por dos lados intervenientes". Como já deixei entender, não está em causa a qualidade daquele que é apontado como o preferido do sr jardim, bem assim como as qualidades de todos os outros, mas sim a forma como se fizeram declarações que se podia muito bem pensar, mas que, éticamante deveriam ficar em reserva, pelo menos até ao final do concurso.
Acho que a TVI e a ENDEMOL ficaram com as respectivas credibilidades bastante abaladas...
Penso que alguma coisa deveria ser feita, mas isso é só da conta dessas entidades.
Até uma próxima vez
sou o
Francisco Luiz
Luís Jardim tem trabalhado com os maiores artistas e produtores mundiais e a sua grande experiência de trabalho em estúdio fazem dele um “peso pesado” da produção musical.
A carreira do madeirense inclui composição, produção, arranjos musicais e, sobretudo, trabalho em estúdio. Luís Jardim já trabalhou com Paul McCartney, Rolling Stones, Tina Turner, David Bowie, Cher, Grace Jones, Björk, Duran Duran, Robbie Williams, Gareth Gates, Tom Jones, Alejandro Sanz, Nina Hagen, João Pedro Pais, Eros Ramazzoti, Diana Ross, Mariah Carey, Céline Dion, Elton John, Cyndi Lauper, Gloria Estefan, entre muitos outros, e produziu as bandas sonoras de filmes como Don Juan de Marco, Thelma & Louise, Um Peixe Chamado Wanda, Rangoon, Gladiador, O Coleccionador de Ossos, A Fuga das Galinhas e muitos mais.
Luís Jardim
O Deus da Música
No Domingo de Páscoa, dia 12/04/2009, dispuz-me a ir ver o programa da TVI em que estavam em concurso um grupo de Jovens que rondavam as idades em que se sai da infância e se entra na puberdade "uma Canção para ti" com produção da Internacional "Endemol". Na verdade já tinha visto outros programas que se chamavam eliminatórias, nomeadamente a final de outro grupo identico e tinha visto também a eliminatória anterior e confesso que fiquei profundamente surpreendido, pela positiva, com os talentos que apareceram em representação dando voz a velhas melodias que pela qualidade das mesmas considero-as sempre inultrapassáveis.
É certo que estas são idades muito complicadas, especialmente para os rapazes, pois para além de ser aquela em que os sonhos e as ilusões sobressaiem, é também a idade de mudança de voz, em que na maioria dos casos, quem canta hoje num timbre dificilmente o poderá fazer 10 anos depois (ou menos).
Mas, este Concurso tinha ao seu dispôr um conjunto de "jurados" que desempenharam a sua missão com rigôr e com sabedoria reconhecida. Este era composto por uma senhora que sabe da matéria e ninguém pode pôr em causa, pois trata-se da muito conhecida Srª Dona Helena Vieira (Cantora Lírica e Professora de Canto){portanto esta membro do Júri possui os requisitos mais do que suficientes para desempenhar esta missão sabendo do que estava a fazer}. Outro Membro do Júri era o muito conhecido Actor de Novelas da TVI Predro Granget (perdoem-me se o nome não está correctamente escrito) que dava o seu contributo, especialmente no que respeita à apresentação e mímica dos pequenos cantores. Por aquilo que poude constactar existiria outro membro do Juri que não me pareceu fixo, pois, salvo êrro, eram personalidades convidadas a desempenharem esse papel.
Finalmente, este conjunto era (ou é) presidido por um elemento que tem um curriculo riquissimo neste tipo de programas e também na produção discográfica não só a nível nacional como também fora das nossas "fronteiras" e que é o Sr. Luís Jardim do qual apresento um pequeno apontamento curricular.(*)
Até aqui, tudo muito bem!!!!!
Contudo, sem pôr em causa os conhecimentos e a competência tecnica de qualquer destes membros do júri, tenho só que fazer um reparo ao Sr presidente do júri.
Sabendo que este era um concurso de intérpretes, (rapazes e raparigas), que têm idades muito especiais, e que, [alguns destes até tinham problemas mais ou menos complicados (especialmente de âmbito familiar)] e se tratava de puro amadorismo, como é natural tratando-se de crianças, o Sr. Presidente fez apreciações que nunca deveria ter feito, tendo em conta que para além de não serem necessárias, foram susceptiveis de induzir os vários intervenientes (concorrentes própriamente ditos, os outros membros do júri, os artistas convidados, o público em geral, os famíliares, os apresentadores {que teriam ficado numa posição muito desconfortável}, etc.) em êrro e a sentimentos complicados que nunca me apercebi que tivessem qualquer razão de ser neste Concurso, mas, se se pretende que este Concurso é feito com isenção e idenpendência, o Sr. Luiz Jardim tratou de pôr tudo isso em causa de forma despropositada, tendênciosa, obtusa e com sintomas nítidos de uma limitação de discernimento, porque teve o desplante de dizer ..... "o concorrente ...{tal}...... é o melhor, com melhor voz, com melhor técnica, com melhor apresentação e de uma forma geral é o que, eu não tenho dúvidas nenhumas, irá ganhar este concurso em todas as eliminatórias e na finalissima, será de longe o que vai ganhar independentemente de quem estiver a concurso".... admito que as palavras poderiam não ter sido exactamente estas, mas asseguro que o sentido das mesmas era este, e nelas se detectavam ainda muito maior agressividade. Isto, segundo me apercebi, criou algum "mau estar" entre os concorrentes, os pais e encarregados de educação, as claques e também nos telespectadores, aliás como seria de esperar, pois a ideia com que se ficou foi de que nestes concursos todos os concorrentes (excepto um) escusavam de concorrer porque o sr Luis Jardim já tinha escolhido o vencedor. Não sei se algum pai se maniferstou ou não, (mas se o fizesse era no mínimo compreensível - pois ninguém gosta de ver os seus próprios filhos a fazerem figuras de corpo presente e humilhantemente estarem sujeitos aos humores ou desumores de um tal muito importante Luis Jardim) contudo, os vários concorrentes pareciam ter acusado esse toque, e um deles disse claramente que depois de ter ouvido o que se tinha dito "calculava que esta seria a última noite de concurso, dado que palpitava que seria excluído". Felizmente isso não aconteceu, por vontade expressa dos votantes telefónicos (ou por qualquer outra razão que me transcende) mas, o sr Jardim, não se ficou por aqui e em jeito de remoque, veio declarar, .... "que não estava ali para agradar a ninguém e muito menos para agradar aos papazinhos dos meninos, mas, só para julgar".... Esta atitude, demonstrou que o sr jardim ou não tem o minimo de formação moral para desempenhar esta função, que parece estar habituado a tratar tudo e todos como lixo, (julgando-se um ser supremo com direitos absolutos de achincalhar quem quer que seja), ou, poderia também estar a atravessar alguma crise ocasional por alguma possivel ingestão de alguma coisa que teria dado estes resultados.
Segundo sei, e também segundo entendo, para um concurso desta natureza deveria existir uma sensibilidade especial de forma a criar motivações aos concorrentes e ainda que assim não seja, nunca se deveriam criar situações de exclusão ou de incompetência para a concretização de sonhos pois estas idades são isso mesmo... "as idades dos sonhos". Acresce também dizer que pelo menos no Domingo de Páscoa todos os concorrentes poderiam passar de igual para igual, tendo apenas cada um deles diferenças de estilo, de voz, de caracteristicas físicas (acho que este factor foi o que mais marcou as preferências do sr jardim)para além de outras diferenças circunstanciais.
Ao Sr Jardim, segundo bem entendi, competia-lhe julgar, declarar o seu julgamento e deveria (especialçmente neste Caso) evitar manifestar as suas preferências (ainda por cima com caracter definitivas) tendo em conta as caracteristicas do concurso, e, tendo em conta também que este senhor tinha em seu poder o voto de qualidade em caso de empate.
Por isso, tudo isto parece ser "um pouco de entrar em jogo com a equipa de arbitragem a jogar tudo por dos lados intervenientes". Como já deixei entender, não está em causa a qualidade daquele que é apontado como o preferido do sr jardim, bem assim como as qualidades de todos os outros, mas sim a forma como se fizeram declarações que se podia muito bem pensar, mas que, éticamante deveriam ficar em reserva, pelo menos até ao final do concurso.
Acho que a TVI e a ENDEMOL ficaram com as respectivas credibilidades bastante abaladas...
Penso que alguma coisa deveria ser feita, mas isso é só da conta dessas entidades.
Até uma próxima vez
sou o
Francisco Luiz

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